sábado, 29 de janeiro de 2011

O Maniqueísmo de EROS E THANATOS


Pulsão de Vida e Pulsão de Morte


      As descobertas de Freud referentes ao descentramento do sujeito, que determinam o Ser do Psiquismo, foram importantes para que os conceitos de Pulsão de Vida e Pulsão de Morte fossem formulados. A partir da elaboração das teorias ligadas ao inconsciente humano, importantes para o surgimento da perspectiva do deslocamento da sabedoria do consciente e do eu para os registros do inconsciente e das pulsões, o autor aprofundou as concepções relativas às pulsões.

             Para Freud, as pulsões não estariam localizadas no corpo e nem no psiquismo, mas na fronteira entre os dois e teriam como fonte o Id (isso). A pulsão de vida seria representada pelas ligações amorosas que estabelecemos com o mundo, com as outras pessoas e com nós mesmos, enquanto a pulsão de morte seria manifestada pela agressividade que poderá estar voltada para si mesmo e para o outro. O princípio do prazer e as pulsões eróticas são outras características da pulsão de vida. Já a pulsão de morte, além de ser caracterizada pela agressividade traz a marca da compulsão à repetição, do movimento de retorno à inércia pela morte também.

           Embora pareçam concepções opostas, a pulsão de vida e a pulsão de morte estão conectadas, fundidas e onde há pulsão de vida, encontramos, também, a pulsão de morte. A conexão só seria acabada com a morte física do sujeito.
     Podemos constatar o enlaçamento existente entre as pulsões na dinâmica da neurose da angustia. A pulsão de morte no sujeito será a responsável pela elevação da tensão ou excitação libidinal que será escoada pela pulsão de vida que levará o individuo, impulsionado pelo principio do prazer, a procurar objetos que venham minimizar os impactos da angústia.

            Os conceitos de pulsão de vida e pulsão de morte concebidos por Freud foram importantes para a construções da teoria psicanalítica, pois proporcionou um novo entendimento sobre os registros do inconsciente, ampliando os estudos e concepções sobre o psiquismo humano.


Referenciado pela Psicologa Myriam Queiroz
Fonte: http:/estudandopsicologia.wordpress.com/

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

O Beijo de Cada Signo



Há beijos de amor, de amizade, de paixão, de desejo. Beijos que seduzem, beijos que conquistam. Beijos de despedida, que selam uma história ou prenunciam um recomeço. Beijos…
Na hora do beijo, é impossível ser falso, dissimulado. Mais do que o ato de amor, o beijo fala por si mesmo. Traduz emoções. Revela personalidades. Anuncia um jeito de ser, de amar, de sentir…
A seguir, você descobrirá os segredos dos beijos do nativo de cada signo. Leia e, na primeira oportunidade, descubra se o seu bem-querer beija do jeitinho que os astros mandam.
Bons beijos! E bons amores!
O beijo de Áries
O ariano beija com o corpo todo. Ele pulsa, ele se entrega… e ao mesmo tempo ele domina. Percorre a boca desejada com fogo e paixão. Não é dado a beijocas superficiais, pois gosta de sentir uma emoção e uma energia intensas nesse momento especial.
O beijo de Touro
O taurino tem um beijo guloso, profundo, altamente sensual. Ele aprecia o sabor, o calor, a textura da boca beijada. Não tem pressa e é capaz de ficar longos minutos deliciando-se com o gosto da pessoa amada
O beijo de Gêmeos
O geminiano gosta de alternar beijos mais profundos e intensos com leves beijocas e brincadeiras com a ponta da língua, percorrendo os contornos da boca da pessoa amada, mordiscando-a, saboreando-a… É um beijo meio moleque, gostoso, jovial e cativante.
O beijo de Câncer
O canceriano coloca a própria alma no ato de beijar. No momento em que seus lábios se unem à boca da pessoa amada, ele traduz o mais puro romantismo e faz dessa carícia uma verdadeira declaração de amor.
O beijo de Leão
O leonino acredita que beijar é uma arte. Por isso, ele se esmera em percorrer docemente a boca do parceiro, alternando carícias suaves com outras mais ardentes. Seu beijo tem gosto de paixão, de desejo, de força e intensidade. Enfim, é um beijo de Fogo, capaz de seduzir e incendiar.
O beijo de Virgem
O virginiano é perfeccionista até no beijo. Que grande qualidade! Ele toma o maior cuidado para que a pessoa amada se sinta plenamente envolvida pela carícia de seus lábios suaves e de sua língua ávida de sensações. É um beijo intenso, molhado, delicioso!
O beijo de Libra
O libriano beija no estilo romântico. Com seus lábios doces e ao mesmo tempo ousados, ele conduz a pessoa amada para um lindo cenário, feito de flores, nascentes de água e pôr-do-Sol. Impossível não se entregar à carícia feita por essa boca que sempre parece querer "algo mais"…
O beijo de Escorpião
O escorpiano faz do beijo uma extensão do ato sexual. É um beijo erótico, quente, convidativo, que faz pensar nas cenas mais loucas e ardentes. É um beijo-armadilha, um beijo-sedução, um beijo-paixão… Uma experiência inesquecível!
O beijo de Sagitário
O sagitariano não beija apenas com a boca, mas com o corpo todo. Ele percorre o corpo da pessoa amada como se quisesse invadi-lo, conhecer todos os seus segredos, ultrapassar fronteiras. É um beijo quente e sensual, com um quê de selvagem, com cheiro de feno e sabor de aventura.
O beijo de Capricórnio
O capricorniano beija meticulosamente. Começa devagarzinho, como se quisesse tomar posse do "território desconhecido"… Depois, ele vai se aprofundando mais e mais, em busca de uma intensidade cada vez maior. É um beijo prolongado, desses que roubam o fôlego e deixam um gostinho de "quero mais"…
O beijo de Aquário
O aquariano beija como se quisesse desafiar as expectativas da pessoa amada. Alterna beijos carinhosos com outros de pura volúpia e é capaz de transmitir um desejo intenso com o mais simples toque de lábios… Está sempre em busca de sensações novas e não tem medo de ousar.
O beijo de Peixes
O pisciano tem um beijo inteiramente devotado à pessoa amada. É um beijo-doação, em que ele procura proporcionar o máximo de sensações, de prazeres, de sabores e calores… Por isso mesmo, é um beijo delicioso, que nunca se repete, mas se supera a cada nova experiência.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

SOBERBA !

Quer conhecer uma pessoa, dê poder a ela!

"O homem guiado pela ética é o melhor dos animais; quando sem ela, é o pior de todos."(Aristóteles, 384 - 322 a.C.)

O princípio básico da democracia criado na antiga Grécia e, na era moderna completamente deturpado, ensina: É o governo do povo, para o povo e pelo povo. Paralelamente a este conceito, surge a idéia de poder.

O poder é uma das molas propulsoras da humanidade. O homem busca o poder incessantemente. Poder da influência, da sedução, do dinheiro, do amor, da cura, o poder pessoal, etc.

Quem tem o poder de decisão, considera-se todo-poderoso a ponto de passar por cima de iguais e trair a confiança das pessoas mais próximas “AMIGOS”.

Seria certo afirmar então que a partir da tomada de posse de qualquer cargo (público ou privado) a ética é posta de lado? Que o poder se torna tão arraigado, tão enraizado, que a pessoa já não sabe mais o que é certo e o que é errado? A Posse do poder tem gerado práticas contrárias aos princípios éticos: Gera desigualdades crescentes, gera injustiça, rompe laços de solidariedade. Então, é correto afirmar que, para se conhecer uma pessoa de verdade, deve-se dar poder a ela?

O que sei é que sem ética e moral, o conceito grego de democracia fica difícil de ser entendido e praticado.

Fonte: http://palavradobo.blogspot.com/

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

12 De Junho- Dia Mundial De Combate A Exploração Do Trabalho Infantil !

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      O trabalho infantil infelizmente acontece. E não é somente em um país como o Brasil, mas em outros países também sofrem deste mesmo problema. O que acontece é que através das crianças os empregadores conseguem uma mão de obra mais barata, principalmente quando se tem menos de 16 anos. Nesta idade o empregado ainda não pode ter carteira assinada. E com isso ficam livres de impostos e outros vales que deveriam dar. O trabalho infantil acontece principalmente nas fazendas, pois lá não há tanta fiscalização do que está acontecendo ou não. É uma área que vem crescendo e muito no país, e onde muitas crianças estão ficando sem estudo, sem brincadeiras, ou seja, perdendo o que deveriam fazer na idade correta.

      Muitos vão apenas para acompanhar os seus pais e acabam trabalhando com eles e assim tendo uma mão de obra quase sem custo. Os trabalhos que eram bastante explorados também é o de doméstica, a grande parte dos jovens que trabalham neste ramo não tem a carteira assinada. E é válido lembrar que no Brasil é permitido o trabalho acima de 14 anos e ainda sob condição de aprendiz, que é quando trabalham se determinadas horas por dia e remunerado, e precisam estar na escola para conseguir o mesmo. Atividades que aconteçam com menos de 14 anos é considerada proibida e os donos forem pegos terá graves problemas. E quando falado nos 16 anos o trabalho começa a ser permitido, porém desde que não seja exercido no período noturno, e que também geralmente é o usado para quem é obrigado a trabalhar período integral. Os jovens nessa idade ainda não terminaram os seus estudos.

     Ele só ocorre pela grande falta de fiscalização e não há denúncias sobre o que está ocorrendo, e isso dificulta a ação e muito dos profissionais. Crianças de cinco anos são pegar para trabalho, o que é uma exploração absurda, pois este era o momento ideal para curtir a sua infância. A causa disso tudo é que com tudo a criança acaba se acostumando e não vão para escola por ser longe de sua casa, e, portanto, ficam trabalhando com os seus pais. Como a maioria acontece no campo e é exatamente estes locais que faltam a educação mais organizada, escola mais próximas, conduções as crianças acabam por não indo na escola e quando crescem e se tornam adultos não possuem oportunidade de emprego e continuam na vida em que sempre se encontraram.


Foto:Google

Fonte: http://www.alienado.net/tudo-sobre-a-exploracao-do-trabalho-infantil/

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Violência Urbana !

 

É UM ASSALTOOO!!!!!!!!!!!!!!!!


Berra o berro desapiedado da pólvora

Queimando em fuligem ao sangue a brandir

Que quara à pedra polida calcada e calada

Ocultando o vestígio da dor

Banindo a veracidade do ato

Forjando a lógica do fato

Que foge ao estampido da vida

Encerrando-se por não se render

À mira nefasta da órbita

Que orla a face desnuda do medo

Abrigo fecundo do cedo

Inconteste à força do mal.


Manollo Ferreira

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Adotar, Um Ato De Amor !

 
ADOÇÃO: A NECESSIDADE DE UM NOVO OLHAR


Angelita Márcia Carreira Gandolfi*


A adoção é um instituto que admite diversos conceitos e definições de acordo com cada momento histórico e cultural da humanidade. Situá-la e compreendê-la dentro de suas particularidades exige um esforço permanente de análise da conjuntura política, econômica e social em que se insere.

Levando-se em consideração este contexto, percebemos por meio do resgate histórico de alguns pontos referentes à adoção que, nas civilizações antigas o seu caráter era de suscetibilidade, onde a função primordial da criança adotada era a de dar continuidade no nome da família adotante, preservando acima de tudo seus bens, ou seja, as propriedades nas próximas gerações. Assim, a adoção era uma medida conveniente para famílias sem descendentes, vista como uma forma de se garantir em tempos futuros a permanência do patrimônio entre seus próprios membros.

Já na Idade Média a adoção afirma-se com um caráter de benevolência, principalmente com o advento do Cristianismo. Esta ideologia cristã com base em suas doutrinas condenava o aborto, o abandono e o infanticídio, buscando conter através da crença religiosa o acréscimo de atos atrozes praticados contra crianças, com o ideal de manutenção da ordem burguesa. Apesar de exercer forte influência no comportamento das pessoas naquela época, a Igreja não foi capaz de sanar o problema de crianças desprotegidas, porque este era de ordem estrutural. A partir de então, a adoção passou a ser vista como um ato de caridade, realizado pela "boa vontade" e pelo espírito de compaixão dos adotantes, já que estes se dispuseram a acolher alguém rejeitado, abandonado pelos pais biológicos, desconsiderando o contexto de vida que esta criança estava inserida quando ainda em família.

Por outro lado, na Idade Moderna a adoção se apresentava com uma conotação diferenciada, sendo considerada um importante instituto, pelo qual a criança começa a ter assegurados perante a família adotiva os mesmos direitos de um filho biológico. Inicia-se neste período, embora minimamente, um processo de visualização do filho adotivo como sujeito de sua história, e não simplesmente como objeto de pertencimento dos adotantes para a satisfação de suas frustrações e desejos.
 
Faz-se importante compreender a adoção como uma medida alternativa diante da presença do abandono e não como uma solução. Mais ainda, torna-se imprescindível que as famílias adotivas tenham absorvido consigo esta conotação, pois caso contrário recairíamos no período da Idade Média, considerando o ato de adotar como uma caridade, de modo que o adotante passaria a ser visto como o benfeitor. Precisamos estar atentos a lógica dos fatos, compreendendo sua essência e não nos contentando com a sua aparência, com o que nos parece ser.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Júpiter Maçã - Poucos conhecem... Muitos adoram !

Júpiter Maçã

No ano de 1995 o Ex TNT e Cascavelletes, o ainda muito jovem Flávio Basso começa sua incursão solo pelo folk sob o pseudônimo de Woody Apple. Porém em pouco tempo já estaria eletrificando seu som, transformando-se em Júpiter Maça.

Um ano depois, no final de 1996 gravaria o seu primeiro álbum, o psicodelíssimo “A 7ª Efervescência”, uma estrondosa estréia, ganhando grande destaque nos principais jornais culturais do Brasil. Trazia com ele, como compositor original, entre outros, clássicos como “Um lugar do caralho” (gravado por Wander Wildner, Raul Seixas e outros) e Miss Lexotan 6mg Garota (gravado pelo IRA!, em 1999), gerando também incontáveis bandas emergentes que o elegem por unanimidade O MESTRE!!! Com o passar da década seguinte, o disco foi eleito o maior e mais expressivo disco de rock do Sul do Brasil de todos os tempos e também entre os 100 maiores álbuns de música brasileira da história, pesquisa feita pela revista Rolling Stone. Em 1999 segue com o delicado e bossanovista “Plastic Soda”, premiado pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), a partir dai passou também a assinar como Júpiter Apple. Assegurou ainda mais sua notoriedade entre aqueles que buscam o novo, a vanguarda e o fator eclético dentro de um conceito. Em 2002 lança o cultuadíssimo “Hisscivilization”. Paixão arrebatadora entre os fetichistas da música fin de siècle. Da uma respirada e homenageiam suas próprias raízes em “Bitter” (2007), com blues, folk rock e “músicas de pirata”. Em 2008 lança o já tão apreciado virtualmente “Uma tarde na fruteira”, lançado também na Europa pela Elefant Records. A obra, neo-tropicalista, celebra de ponta a ponta quase tudo que possa se entender por brasillis music, segundo a crítica alemã: “Uma adorável mistura de Mutantes, Tom Jobim, Tom Zé, The Beatles, Beach Boys, Caetano Veloso e outros mestres. Tudo isso com uma sonoridade anárquica acompanhada por flautas que lembram o aproximar dos cisnes ao lago”. A aura em torno do artista assim como em seus shows pode nos remeter por exemplo ao excêntrico mix de Françoise Hardy, Serge Gainsbourg, Marlene Dietrich, Frank Sinatra, Nico, Iggy Pop, atmosfera circenses soturnas, cabaret e pós punk. Júpiter Maçã é constantemente citado por artistas de renome nacional e internacional como referência. Sua essência criativa é imprevisível, instigante, magnética, elegante, vanguardista e genuinamente “sem fronteiras”. No ano de 2009, estréia com uma nova formação de banda (Thunderbird/baixo, Dustan Gallas/guitarra, Astronauta Pinguim/piano e órgão, Felipe Maia/bateria) e residindo em São Paulo, o Mr. Maçã lança o single “Modern Kid”, do qual já se pode conferir o clipe, que esteve concorrendo ao VMB deste ano na categoria videoclipe do ano, e apreciar o áudio no site da Trama Virtual. O ano de 2010 já começa consagrando mais uma vez a nova fase do artista, com a música “Modern Kid” entre as 25 melhores músicas do ano de 2009, eleita pela revista Rolling Stone. No início deste ano, gravando alguns preciosos singles e aprofundando-se no estudo do conceito do seu novo álbum, aproveita também para dinamizar performances com a formação responsável pelos shows na parte sul do país, tendo como músicos:Júlio Cascaes/Guitarra, Mauricio Chaise/Baixo,Astronauta Pinguim/Piano, Organ e Moog e Júlio Sasquatt na Bateria.

Abaixo o vídeo de um dos clássicos da banda Júpiter Maçã, a música "UM LUGAR DO CARALHO".


Um Lugar Do Caralho

Composição: Flávio Basso

Eu preciso encontrar
Um lugar legal pra mim
Dançar e me escabelar
Tem que ter um som legal
Tem que ter gente legal
E ter cerveja barata
Um lugar onde as pessoas
Sejam mesmo afudê
Um lugar onde as pessoas
Sejam loucas e super chapadas
Um lugar do caralho
Sozinho pelas ruas de São Paulo
Eu quero achar alguém pra mim
Um alguém tipo assim
Que goste de beber e falar
LSD queira tomar
E curta Syd Barrett e os Beatles
Um lugar e um alguém
Que tornarão-me mais feliz
Um lugar onde as pessoas
Sejam loucas e super chapadas
Um lugar do caralho
Lugar do caralho
Sozinho pelas ruas de São Paulo
Eu quero achar alguém pra mim
Um alguém tipo assim
Que goste de beber e falar
LSD queira tomar
E curta Syd Barrett e os Beatles
Um lugar e um alguém
Que tornarão-me mais feliz
Um lugar onde as pessoas
Sejam loucas e super chapadas
Um lugar do caralho
Lugar do caralho

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Bob Marley Forever



"Não viva para que a sua presença seja notada, mas para que a sua falta seja sentida..."
Bob Marley


"Vocês riem de mim por eu ser diferente, e eu rio de vocês por serem todos iguais."
Bob Marley



"Se Deus criou as pessoas para amar, e as coisas para usar. Por que amamos as coisas e usamos as pessoas!"
Bob Marley



"Se choras por não ter visto o pôr do Sol, as lágrimas não te deixarão ver as estrelas."
Bob Marley

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

O Exercício da Leitura na Importância do Livro




Elementos De Pedagogia Da Leitura - Ezequiel Theodoro Da Silva


"...Elementos de Pedagogia da Leitura convida, principalmente, para uma pedagogia da coragem que o autor revela não só nas análises das condições de leitura mas também na abrangência de temas que faz aflorar como elementos que precisam vir à tona se quiser alterar a forma atual de convivência social. O autor defende a leitura na escola como prática social. Para ele, lutar pela leitura, pelo livro e pela biblioteca é uma forma de lutar conta o ensino autoritário, repetitivo e alienante."

João Wanderley Geraldi


Este livro vem  exaltar a importância do exercício da leitura em sala de aula, uma prática atualmente cada vez mais infrequente, e quando ocorre, na maioria das vezes é de forma fragmentada, professores que subdividem os livros em capítulos distribuindo-os nas equipes, oferecendo aos alunos a possibilidade de conhecer apenas tópicos da obra completa do autor, numa grande falta de respeito ao criador e sua criação.

Manollo Ferreira

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Gestão Democrática Da Educação !

 

 “Formação do gestor: Como aprende e se desenvolve? Como percebe seus erros e acertos?Forma de superação e desenvolvimento profissional”.



Por: Renata del bianco Ritzdorf Ferreira

Formação do gestor: Como aprende e se desenvolve? Como percebe seus erros e acertos? Forma de superação e desenvolvimento profissional”, “Ser ou não ser aprendente e resiliente na sociedade do conhecimento: Reflexos na escola e na ação dos atores que praticam a educação.”

Resumo:

Neste texto teremos uma visão parcial de todo processo do gestor e suas atividades na instituição escolar e comunidade local, seus docente , e seus alunos assim como as reações de ser ou não ser aberto à democracia na escola em ouvir a sua comunidade local , coma também saber dividir as responsabilidades administrativa para não causar desconforto, dependência nas decisões a serem tomada.

Um novo olhar da educação pública foi lançado no momento em que queremos mudar a educação brasileira e oferecer qualidade e participação eficaz .

Gestão Democrática, Participação e Mudança.

Introdução:

Parece óbvio lembrar que uma gestão democrática traz, em si,a necessidade de uma postura democrática. E esta postura revela uma forma de encarar a educação e o ensino, onde o Poder Público, o coletivo escolar e a comunidade local, juntos, estarão sintonizados para garantir a qualidade do processo educativo.

A gestão democrática na escola e nos sistemas de ensino torna-se um processo de construção da cidadania emancipada. Para tanto, e segundo Araújo (2000), são quatro os elementos indispensáveis a uma gestão democrática: participação, pluralismo, autonomia e transparência.

Mas há quem não aplique estes 4 elementos e se considere gestor democrático e efetivo na classificação , mas podemos ver um dos erros primordial na gestão a ser reparado,pois o poder administrativo monopolizado na pessoa do gestor como umas células centrais da instituição escolar ,pode refletir em repressão e indisciplina de forma generalizada por parte de todos , funcionários, docente dicente , comunidade,é que o papel da escola destorcido por este tipo de manipulação de poder.

A partir de formação mais especifica ao gestor é estando eles dispostos a mudar este quadro caótico de conceito de educação pública,nós teremos uma grande luta em fazer a nossa sociedade entender que é necessário ser participativo ,mas será um desenvolvimento na qualidade da educação pública.

Na descrição dos elementos constitutivos da gestão democrática,fica evidente um conceito transversal a todos eles:o de democratização da educação (GRACINDO, 2003). E ele se torna o fio condutor e a base de reflexão/ação da gestão democrática, isto é, participação, pluralismo, autonomia e transparência não se instauram sem a cultura democrática. Agregado à postura de democratização da educação, outro conceito permeia todas as reflexões desenvolvidas: a idéia de escola como espaço público. Isto é, sem o sentido público, a escola não viabilizará participação, pluralismo, autonomia e transparência. Um outro fator muito claro que influencia todo o sucesso de gestão democrática e sua eficácia e a consolidação do conselho escolar.

O Conselho Escolar, entre outros mecanismos, tem papel decisivo na gestão democrática da escola, se for utilizado como instrumento comprometido com a construção de uma escola cidadã.

Assim, constitui-se como um órgão colegiado que representa a comunidade escolar e local, atuando em sintonia com a administração da escola e definindo caminhos para tomar decisões administrativas, financeiras e político-pedagógicas condizentes com as necessidades e potencialidades da escola.

Desta forma, a gestão deixa de ser prerrogativa de uma só pessoa e passa a ser um trabalho coletivo, onde os segmentos escolares e a comunidade local se congregam para construírem uma educação de qualidade e socialmente relevante. Com isso,divide-se o poder e as conseqüentes responsabilidades.

A composição, funções, responsabilidades e funcionamento dos Conselhos Escolares devem ser estabelecidos pela própria escola, a partir de sua realidade concreta e garantindo a natureza essencialmente político-educativa do Conselho Escolar, que se expressa no “olhar” comprometido que desenvolve durante todo o processo educacional, com uma focalização privilegiada na aprendizagem. Sua atuação, desta forma, se volta para: o planejamento, a aplicação e a avaliação das ações da escola.

A educação emancipadora rompe com qualquer padrão de qualidade estabelecido a priori, em decorrência do próprio desenvolvimento das relações sociais, não cabendo, portanto, “modelos” ou “fórmulas” que padronizam a prática educativa. Pode-se identificar, contudo, alguns atributos de uma escola cuja qualidade se referencia no social (BORDIGNON; GRACINDO,2000).

Se a finalidade última da educação é a formação de cidadãos, então, a qualidade da educação precisa estar voltada para esse fim e necessita sustentar-se em um tipo de gestão que propicie o exercício da cidadania, promovendo a participação de todos os segmentos que compõem a escola, além da comunidade local externa, ou seja, deve se sustentar na gestão democrática.


Referência:

LÜCK, Heloisa ,FREITAS Kátia Siqueira de ,GIRLING Robert e KEITH Sherry. “A escola participativa: O trabalho do gestor escolar” capitulo1,2ª ed. Rio de janeiro DP&A.1998.
ARAÚJO, Adilson César de. Gestão democrática da educação: a posição dos docentes. PPGE/UnB. Brasília. Dissertação de Mestrado, mimeog., 2000.
AZEVEDO, Janete; GRACINDO, Regina Vinhaes. Educação, sociedade e mudança. Brasília: CNTE, 2005.
BARROSO, João. O reforço da autonomia das escolas e a flexibilização da gestão escolar em Portugal. In: FERREIRA, Naura S.Carapeto (org.).Gestão Democrática da Educação: atuais tendências, novos desafios. São Paulo: Cortez, 1998.
BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei 9394/96.
BORDIGNON, Genuíno; GRACINDO, Regina Vinhaes. Gestão da Educação: o município e a escola. In: FERREIRA, Naura; AGUIAR, Márcia (orgs.). Gestão da Educação: impasses, perspectivas e compromissos. São Paulo: Cortez, 2000.
Cadernos dos Conselhos Escolares. Caderno 2: Conselho Escolar e a Aprendizagem na Escola. Brasília: MEC, 2004, 10 volume.


Foto: Google

Relação Escola - Família: Ao Bem da Formção Cidadã

Importância da integração escola-família no processo pedagógico


         Pensar em educação de qualidade hoje, é preciso ter em mente que a família esteja presente na vida escolar de todos os alunos em todos os sentidos.Ou seja, é preciso uma interação entre escola e família. Nesse sentido, escola e família possuem uma grande tarefa, pois nelas é que se formam os primeiros grupos sociais de uma criança.

         Envolver os familiares na elaboração da proposta pedagógica pode ser a meta da escola que pretende ter um equilíbrio no que diz respeito à disciplina de seus educandos. A sociedade moderna vive uma crise de valores éticos e morais sem precedentes. Essa é uma constatação que norteia os arredores dos setores educacionais, pois é na escola que essa crise pode aflorar mais, ficando em maior evidência. 
 
         Nesse sentido, A LDB – Lei de Diretrizes e Bases da Educação ( lei 9394, de dezembro de 1996) formaliza e institui a gestão democrática nas escolas e vai além. Dentre algumas conquistas destacam-se: 
 
         A concepção de educação, concepção ampla, estendendo a educação para além da educação escolar, ou seja, comprometimento com a formação do caráter do educando.

         Nunca na escola se discutiu tanto quanto hoje assuntos como falta de limites, desrespeito na sala de aula e desmotivação dos alunos. Nunca se observou tantos professores cansados e muitas vezes, doentes física e mentalmente. Nunca os sentimentos de impotência e frustração estiveram tão marcantemente presentes na vida escolar. 
 
         Por essa razão, dentro das escolas as discussões que procuram compreender esse quadro tão complexo e, muitas vezes, caótico, no qual a educação se encontra mergulhada, são cada vez mais freqüentes. Professores debatem formas de tentar superar todas essas dificuldades e conflitos, pois percebem que se nada for feito em breve não se conseguirá mais ensinar e educar. 
 
         Entretanto, observa-se que, até o momento, essas discussões vêm sendo realizadas apenas dentro do âmbito da escola, basicamente envolvendo direções, coordenações e grupos de professores. Em outras palavras, a escola vem, gradativamente, assumindo a maior parte da responsabilidade pelas situações de conflito que nela são observadas. 
 
        Assim, procuram-se novas metodologias de trabalho, muitos projetos são lançados e inúmeros recursos também lançados pelo governo no sentido de não deixar que o aluno deixe de estudar. Porém, observa-se que se não houver um comprometimento maior dos responsáveis e das instituições escolares isso pouco adiantará.


Fonte: http://br.monografias.com/trabalhos3/integracao-escola-familia/integracao-escola-familia.shtml 

Foto: Google
  

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Quanto Vale ou é Por Quilo?




  • Sinopse:
Adaptação livre do diretor Sérgio Bianchi para o conto "Pai contra Mãe", de Machado de Assis, Quanto Vale ou É Por Quilo? Desenha um painel de duas épocas aparentemente distintas, mas, no fundo, semelhantes na manutenção de uma perversa dinâmica sócio-econômica, embalada pela corrupção impune, pela violência e pelas enormes diferenças sociais. No século XVIII, época da escravidão explícita, os capitães do mato caçavam negros para vendê-los aos senhores de terra com um único objetivo: o lucro. Nos dias atuais, o chamado Terceiro Setor explora a miséria, preenchendo a ausência do Estado em atividades assistenciais, que na verdade também são fontes de muito lucro. Com humor afinado e um elenco poucas vezes reunido pelo cinema nacional, Quanto Vale ou É Por Quilo? Mostra que o tempo passa e nada muda. O Brasil é um país em permanente crise de valores.

Informações Técnicas:
Título no Brasil:  Quanto Vale Ou É Por Quilo?
Título Original:  Quanto Vale Ou É Por Quilo?
País de Origem:  Brasil
Gênero:  Drama
Classificação etária: 14 anos
Tempo de Duração: 108 minutos
Ano de Lançamento:  2005
Site Oficial:  http://www.quantovaleoueporquilo.co m.br
Estúdio/Distrib.:  Versátil
Direção:  
Sérgio Bianchi 
 

sábado, 8 de janeiro de 2011

Em Prol da Valorização do Cinema Nacional


Ao assistirmos os curtas “A Escada” (1996) e “Palíndromo” (2001) dá para perceber claramente o domínio narrativo que o cineasta Philippe Barcinski imprime em seu cinema. E essa constatação se faz por inteira em “Não Por Acaso”, estréia do diretor em longas.
Em “Não Por Acaso”, ele conta a história de dois homens controladores, um engenheiro de trânsito e um fabricante e jogador de sinuca, que têm a vida sacudida por um acidente fatal envolvendo mulheres de suas vidas. Para dar vida a esses dois homens amargurados e fora de seus eixos com o acontecimento, Barcinski apostou no talento crescente de Rodrigo Santoro e em Leonardo Medeiros, um dos maiores atores do atual cinema brasileiro.
Philippe Barcinski vem recebendo algumas críticas ao seu filme. Alguns apontam a frieza do filme, estado acentuado pelo controle excessivo do diretor. Outros tantos desagradaram da trilha sonora, xaroposa e dispensável para esses acusadores. Não vejo problema em nenhuma dessas apontadas falhas. Gosto de filmes frios, calculados, assépticos – e gosto do extremo oposto também -, e a trilha, mesmo que excessiva em alguns momentos, não chegou a me incomodar e, vez ou outra, inclusive, gostei muito de sua colocação.
“Não Por Acaso” apresenta trabalho de atrizes de três gerações cinematográficas: Cássia Kiss, Letícia Sabatella, Graziella Moretto e Branca Messina, Silvia Lourenço e Rita Batata.
Cássia Kiss é uma presença constante no cinema. E o melhor, quase sempre em filmes marcantes como “Ele, O Boto” (1987 – Walter Lima Jr), “A Grande Arte” 91991 – Walter Salles), “Bicho de Sete Cabeças” (2001 – Laís Bodansky). Sua personagem em “Não Por Acaso”, Iolanda, mãe de uma das vítimas, tem perfil condizente com alguns trabalhos da atriz: contensão e dominação emocionais.

Graziela Moretto é uma atriz interessante, com brilho próprio tanto em drama como comédia. “Domésticas” (2001 – Fernando Meirelles e Nando Olival), “Cidade de Deus” (2002 – Fernando Meirelles e Kátia Lund) e “Viva Voz” (2003 – Paulo Morelli) foram alguns de seus trabalhos nas telas. Em “Não Por Acaso” ela faz uma participação pequena, mas faz bem a personagem Mônica, ex-esposa de Ênio (Leonardo Medeiros). Sua interpretação é pontuada por uma espécie de tristeza, ou melancolia, vista também em filme completamente diverso, “Domésticas”.
Branca Messina como Teresa é luminosa presença – Melhor atriz Coadjuvante no Cine PE. A atriz traz um frescor na primeira parte do filme, que será recuperado pela Bia de Rita Batata depois. Se Teresa é aquela que vai tentar descontrolar a vida de cartas marcadas de Pedro (Rodrigo Santoro), Bia vai ser a herança da vida de Ênio, arejando uma vida confinada às paredes do apartamento, do local de trabalho e de suas defesas emocionais.
Por fim, temos Letícia Sabatella. É impressionante como Letícia está cada dia mais linda e melhor atriz. E mais que isso: está cada vez mais cinematográfica. Impossível não deixar de imaginar o quanto “renderia” nas mãos de Walter Hugo Khouri. No entanto, em “Não Por Acaso” sua personagem é mais mal construída, prejudicada por um roteiro que não delineia muito bem a sua Lúcia. Se os demais personagens do filme, os dois protagonistas e as diferentes mulheres que os circundam, tornam-se críveis aos nossos olhos, o mesmo não se dá em relação à Lúcia, fica difícil entender e acompanhar suas motivações. Ainda assim, Letícia Sabatella consegue imprimir uma aura cinematográfica em cada aparição.
Na equipe técnica, as presenças de Fabiana Werneck, co-roterista ao lado de Philippe Bracinski e Eugênio Puppo, Andréa Barata Ribeiro e Bel Berlinck, co-produtoras ao lado de Fernando Meirelles; e Vera Hamburger na Direção de Arte.
Além do prêmio de Branca Messina, “Não Por Acaso” recebeu mais três prêmios no Cine Pe – Melhor Ator (Leonardo Medeiros), Melhor Fotografia (Pedro Farkas) e Melhor Edição (Márcio Canella).

Sinopse:

Ênio é um engenheiro de trânsito que comanda o fluxo de carros em São Paulo. Ele possui uma mania de controle que também se reflete em sua casa, onde suas ações são extremamente controladas. Ele se surpreende quando reencontra Mônica, sua ex-mulher, que lhe diz que sua filha Bia, de 16 anos, deseja conhecê-lo. O encontro é adiado devido a um acidente sofrido por Mônica, que atropela Teresa. Ambas morrem, o que faz com que Ênio e Pedro, namorado de Teresa e dono de uma marcenaria especializada na construção de mesas de sinuca, entrem em luto. Seis meses depois Bia encontra Ênio, mas pai e filha enfrentam dificuldades em se relacionar. Já Pedro é forçado a visitar o antigo apartamento de Teresa, onde agora vive Lúcia.

Juazeiro, Canto Do Meu Encanto...

 


 Tamoquins, tamoqueus e cariris.
Primeiros povos à tua terra fecundar
Juazeiro... Juazeiro... Juazeiro !
Tropeiros por muito ali passar
No descanso à sombra da tua copa
Fizeram deste lugar motivo para ali ficar...
Juazeiro... Juazeiro... Juazeiro !
Já foi vila... Foi vilarejo
Quando se deu um dia por se emancipar
A cidade se fez em teu nome para com o tempo prosperar
Juazeiro... Juazeiro... Juazeiro !
Terra abençoada pelas águas do Rio São Francisco
Tua fonte de vida: Tua sede, tua comida...
Juazeiro... Juazeiro... Juazeiro !
Na música da tua poesia
Na arte da tua cultura
Na história da tua memória!
No teu povo a tua alegria !
Juazeiro... Juazeiro... Juazeiro!

Juazeiro, canto do meu encanto...

Esse é o meu lugar!



 manollo ferreira

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Viva O Novo Ano !!! - Viva O Ano Novo !!!



Tanto foi o quanto não mudou

Mais um ano que se encerra como o outro que passou
Sem parentes nem amigos pra brindar
Sem memórias nem pessoas pra contar
E na parede um calendário já vencido pelo tempo
Mais uma data envelhecida que virou
Mais um ano que ficou para esquecer...

NOVOS DIAS
NOVOS PLANOS
NOVOS ANOS

Nas fotografias imagens resguardadas
Lembranças e histórias já contadas,
De família, amigos e amores,
Momentos e pessoas em cores.
E na parede um calendário já vencido pelo tempo
Mais uma data envelhecida que virou
Mais um ano que ficou para esquecer...

VIVA O NOVO ANO
VIVA O ANO NOVO

NOVOS DIAS
NOVOS PLANOS
NOVOS ANOS


Imagem: Google
Manollo ferreira



Manollo ferreira


Manollo ferreira

Perversão!



Aos corrompidos olhos da carne


Espírito em arrebatamento


Saliva língua a nudez


Intrínseca a mudez


Corpo a falar


À homogenia textura a ilhar


Em lenho e greta


Pulsa em sangue irreprimível músculo


Brota aos lábios incontestável fluido


Unilateralmente a fundir


Numa rítmica expressão


Derme... Epiderme


  Em suor e êxtase


Pensamentos a fluir


Indiferentes a cena


Imersos a fadiga


A culminar por um.




manollo ferreira