quarta-feira, 10 de abril de 2013

O Homem e A Mulher


Victor Hugo

O homem é a mais elevada das criaturas;
A mulher é o mais sublime dos ideais.
O homem é o cérebro;
A mulher é o coração.
O cérebro fabrica a luz;
O coração, o AMOR.
A luz fecunda, o amor ressuscita.
O homem é forte pela razão;
A mulher é invencível pelas lágrimas.
A razão convence, as lágrimas comovem.
O homem é capaz de todos os heroísmos;
A mulher, de todos os martírios.
O heroísmo enobrece, o martírio sublima.
O homem é um código;
A mulher é um evangelho.
O código corrige; o evangelho aperfeiçoa.
O homem é um templo; a mulher é o sacrário.
Ante o templo nos descobrimos;
Ante o sacrário nos ajoelhamos.
O homem pensa; a mulher sonha.
Pensar é ter , no crânio, uma larva;
Sonhar é ter , na fronte, uma auréola.
O homem é um oceano; a mulher é um lago.
O oceano tem a pérola que adorna;
O lago, a poesia que deslumbra.
O homem é a águia que voa;
A mulher é o rouxinol que canta.
Voar é dominar o espaço;
Cantar é conquistar a alma.
Enfim, o homem está colocado onde termina a terra;
A mulher, onde começa o céu.

Fonte: http://pensador.uol.com.br/frase/MzIzNDI/
Imagem: Google
Referenciado por Alex Moreira

sábado, 30 de março de 2013

Caminhos... !



Retos, curvos, encruzilhados... Entrelaçados...
Indo e voltado
Subindo e descendo
Para um lado e para o outro...
Breves... Desmesurados
Planos ou sinuosos
Inacabados... Inexistentes... A se desenhar !
Largos, estreitos
Transitáveis e intransitáveis
Rijos, flexíveis
Iluminados ou sombrios
Caminhos que se abrem... Caminhos que se fecham...
Desvios a se criar... Caminhos...
Que levam e trazem a algum lugar
No tempo e no espaço...
Caminhos a se trilhar... !
Caminhos a se encaminhar... !

manollo ferreira
Imagem: Google

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Diversidade Religiosa = Tolerância


É só acreditar

Por Clarice Cardoso

Na missa, no templo, no terreiro ou no culto, entenda como as religiões ajudam a humanidade a tentar responder aos mistérios da vida.
Por que a gente nasceu? O que existe depois da morte? Qual é o sentido da vida? Quem sou eu? É, não é tarefa nada fácil responder a essas questões, e é por conta disso que há milênios os homens desenvolveram diferentes crenças para conseguir entender esses e outros mistérios da vida.
Diante dos fenômenos da natureza, os primeiros homens já desenvolviam cerimônias para se ligarem ao sobrenatural. Daí vieram as religiões, palavra que, aliás, vem do latim religare, que quer dizer “religar”, “juntar”. Ou seja, é aquilo que liga o homem a Deus e une aqueles que seguem as mesmas crenças. Seja você católico, budista, espírita ou o que for, o que vale saber é que a religião não é só aquilo em que você acredita, não: é uma parte muito importante da história e da cultura dos povos e ajuda a entender muito sobre eles. É por isso que não existe uma religião certa ou errada, melhor ou pior. O que existe são caminhos diferentes para tentar explicar o que há à nossa volta e que não conseguimos entender. Então, que tal conhecer um pouquinho das religiões mais comuns no Brasil? Assim fica mais fácil respeitar quem acredita em algo diferente de você.
Católicos
São mais de 1 bilhão de pessoas pelo mundo! Para eles, Jesus é o filho de Deus, criador do mundo e veio à Terra para salvar a humanidade. Para isso ele morreu, mas ressuscitou depois de três dias. Sua vida e seus ensinamentos estão reunidos na Bíblia.
Acreditam: na salvação e na vida eterna no paraíso (ou inferno) depois da morte. Seguem os ensinamentos do papa, cuja autoridade máxima vem diretamente de Jesus, e também cultuam Maria (mãe de Jesus na Terra) e alguns santos, que servem como intercessores entre os humanos e Deus. A missa é a celebração principal dessa religião e seus fiéis costumam frequentar a igreja pelo menos uma vez por semana. Para falar com Deus os católicos rezam.
Evangélicos
Essa religião surgiu no século 16, quando o teólogo alemão Martinho Lutero rompeu com a Igreja Católica e criou o protestantismo. Entre outras coisas, ele rejeitou crenças como a autoridade do papa e o culto à Maria e aos santos. Em países como o Brasil, as igrejas que descendem daí recebem o nome de evangélicas. Algumas mais famosas são a Assembleia de Deus, Congregação Cristã no Brasil, Batista, Presbiteriana e Universal.
Acreditam: na salvação por meio de Jesus Cristo e no paraíso ou no inferno como vidas após a morte. Os evangélicos se reúnem em cultos no mínimo uma vez por semana. Para falar com Deus eles oram. Por existirem muitas igrejas distintas (também conhecidas como denominações) eles seguem diferentes regras no que diz respeito a roupas e hábitos. Por exemplo, em algumas igrejas mulheres usam apenas saias e cabelos compridos. Enquanto outras são mais modernas e realizam grandes festas e até campeonatos esportivos.
Budistas
A principal diferença do budismo para as demais religiões é que ele não gira em torno da relação do homem com um deus. Essa religião foi fundada no século 6 a.C. na Índia por Siddharta Gautama, conhecido como o Buda, ou o iluminado. Buda não é considerado um deus, mas um homem comum que encontrou o caminho da iluminação. Isso quer dizer que ele chegou a um estado de paz e de plenitude, chamado nirvana, que o permitiu se libertar do ciclo eterno de nascimento, morte e renascimento a que todos os seres estão sujeitos. Para atingir esse mesmo estado, os budistas seguem os ensinamentos de Buda e meditam.
Acreditam: em quatro verdades essenciais: que a existência é dor; que a dor vem do desejo; que o fim do desejo é o fim da dor; e que a dor só é superada por oito caminhos (da compreensão, do pensamento, da palavra, da ação, do modo de vida, do esforço, da atenção e da meditação). O budismo chegou ao Brasil em 1908, trazido por um grupo de missionários japoneses, e é praticado por 6% da população mundial.
Judeus
A palavra “judeu” vem de Judeia, nome de uma parte do antigo reino de Israel, no Oriente Médio. Foi lá, no século 17 a.C., que Abraão fez uma aliança entre seu povo e Deus, que teria prometido levá-los a Canaã, a Terra Prometida. Durante muito tempo, o povo judeu foi escravo no Egito, até ser libertado por Moisés. Hoje, há 13 milhões de judeus no mundo e 80% deles estão nos EUA e em Israel.
Acreditam: nos preceitos da Torá, ou Pentateuco, o livro sagrado que contém a vontade de Deus, e acreditam que um messias será enviado à Terra para salvar a humanidade, mas não creem, como os católicos e evangélicos, que Jesus Cristo seja esse filho divino prometido. Eles não comem determinados alimentos, como carne de porco. Os judeus se reúnem na sinagoga e celebram cultos comandados por um rabino.
Espíritas
Como os católicos e os protestantes, os espíritas também acreditam que Jesus Cristo é o filho de Deus, mas seguem a Bíblia para explicar como funciona o mundo espiritual. Essa crença foi fundada pelo professor francês Allan Kardec. Seus pensamentos foram formulados em 1857 no Livro dos Espíritos.
Acreditam: que os espíritos nascem e renascem na Terra por várias encarnações até atingirem a perfeição. E que vivos e mortos podem se comunicar por meio de médiuns e, nos centros espíritas, é comum que eles recebam passes de membros mais sensitivos que os harmonizam, removendo as vibrações negativas e substituindo-as por bons fluidos.
Afro-brasileiros
Os negros que vieram para o Brasil durante o período da escravidão na época da colonização trouxeram consigo muitas crenças africanas que acabaram fazendo parte da cultura brasileira, como o candomblé e a umbanda, que são diferentes, mas também possuem algumas similaridades.
Acreditam: em orixás, que são deuses das nações africanas que criam e governam o mundo por ordem de Olorum, a divindade máxima. Cada orixá domina um elemento da natureza e um sentimento humano. É jogando os búzios que os pais ou mães de santo se comunicam com os orixás. E a Umbanda, criada no Rio de Janeiro no século 20, une crenças e rituais africanos com indígenas e europeus e acredita em entidades guias que são incorporadas por iniciados.

Fonte: http://atrevidinha.uol.com.br/atrevidinha/beleza-idolos/66/artigo152232-1.asp.htm

Foto: Google

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

A Difícil Arte De Saber Conscientizar

A  convivência e a transmissão de conhecimentos e saberes, é uma arte que nem todos são possuidores e que nem mesmo por isso deve ser executada de qualquer maneira ou aleatoriamente. Para o desenvolvimento da mesma, necessário se faz saber: como se fala; para quem se fala; de que se fala e principalmente com o objetivo de deixar alguma contribuição na cabeça das pessoas que nos ouve.
Para tanto, existem pessoas que não se dão conta quando da defesa dos seus pontos de vistas e em certas questões que tentam transmitir (ideias, conhecimentos, ensinamentos, ideologias, pensamentos, etc.), chegam a se exaltarem (aumentam o tom de voz), fazendo com que as pessoas que estão ao seu lado ou a lhes ouvirem, tornem-se repudiantes ao ato de falar dos seus transmissores. É necessário termos ciência de que, salvo raras exceções, a exaltação na transmissão de ideias e saberes funciona como um ponto negativo, e isso deve ser trabalhado de maneira que as pessoas passem a se educar e a compreender que quem lhe ouve as vezes não está preparado para isso, e o que poderia ser proveitoso torna-se aversão, sendo que nesse caso essas pessoas sejam taxadas de radicais, inflexíveis, e outras qualificações que lhe são atribuídas. Não quero com isso dizer que as pessoas não devam defender as suas posições com unhas e dentes, pelo contrário, acredito que quando a gente tem uma posição própria ou é adepto de outra qualquer, que já tenha analisado para conseguir compreender todas as suas contribuições (negativas e positivas), deve-se lutar para coloca-la em prática.
Se temos coerência e consciência do que estamos defendendo, devemos levar a nossa opinião até às últimas consequências, mas para isso necessário se faz que o transmissor esteja suficientemente adequado ao que transmite e de maneira carismática, com calma, simplicidade e acima de tudo com espírito de compreensão passar a sua mensagem, pois só assim poderá fazer com que o ouvinte o compreenda e até compartilhe com suas ideias ao invés de se exaltar e se levar pela emoção ou discussão, que será "negativa", já que cada um defenderá o seu posicionamento e não chegarão jamais a um ideal comum.
Existem outras pessoas que já conseguem ser carismáticos, simples e envolventes no seu transmitir, porém caem no erro de se tornarem muito repetitivos, e isso cansa, faz com que as pessoas que estão ouvindo vejam de maneira abusiva o saber transmitido e na maioria das vezes, de tanto o transmissor se prolongar na sua explanação e de tanto repetir o óbvio chegue ao ponto de perder o fio da meada, fugindo do que o mesmo tinha intenção de colocar no início da falação.
Com isso, fica claro e evidente que a exaltação, o prolongamento e a repetição desvairada nas colocações tornam-se pontos negativos e abusivos na transmissão e no entendimento do saber. O que temos a fazer é sermos mais objetivos, simples, carismáticos humildes, empáticos, compreensíveis e envolventes nas explanações, só assim estaremos "transmitindo" de forma filosófica e sábia o nosso conhecimento, fazendo opiniões e contribuindo para que as pessoas passem a formar opiniões e se dediquem cada dia mais a está difícil arte de se tentar conscientizar, para que aos poucos a população vá mudando o seu nível ou padrão intelectual e consequentemente a sua atuação na sociedade.

Autor:  O Doutor em Educação Edmerson dos Santos Reis

Texto extraído do site: http://pedagogia.tripod.com/trabalhos.htm