sexta-feira, 10 de março de 2017

À Mulher



~ 08 De Março ~ 
A Mulher Como Centro De Universalização Poética 


A mulher como centro de universalização poética é aquela que tem nome e também sobrenome; é a que tem deveres e também têm direitos; é a que chora e a que ri; é a que é mãe e muitas vezes é também pai; é a filha, é a irmã, é a tia, é a avó...
Meninas!... Moças!... Senhoras...
... A todas as mulheres, sem distinção de cor, credo e tribo.
Solteiras!... Concubinas!... Casadas!... Essencialmente emancipadas!
A mulher professora, a mulher doméstica, a mulher motorista, a mulher atleta, a mulher empresária, a mulher presidenta, a mulher proprietária... Independentemente a profissional mulher...
A mulher em beleza, Elegância e Sensualidade!
A mulher que elege, a mulher eleita, a mulher escritora, a mulher pintora, a mulher que canta e que encanta... A mulher da arte... A mulher obra de arte...
A mulher em casa, na rua ou no trabalho... Em essência mulher... Unicamente mulher!
A mulher amada... Amante... Apaixonada...
A mulher urbana, a mulher rural...
A mulher singular, a mulher plural...
A mulher alimento, mas também canibal...
A mulher intrinsecamente maniqueísta!
A mulher feminina, a mulher feminista...
A mulher de uniforme, de saia, de vestido, de calça, de short e camiseta, calcinha e sutiã, de biquini... A mulher em pele... A mulher em alma...
A mulher em formas aos olhos de quem se tem a admirá-la...
Magra... Gorda...
Negra... Branca...
Baixa... Alta... 

Em essência mulher... 
Organicamente mulher!
Poeticamente MULHER!!!


Manollo Ferreira

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