quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

MONOGRAFIA :: Cultura e Identidade: A Diversidade no Município de Sobradinho-Ba :: ambientesemiarido.blogspot.com

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Cultura e Identidade - A Diversidade no Município de Sobradinho-BA.pdf (1,3 MB)

 

RESUMO


O presente trabalho consiste em um estudo de campo sobre o município de Sobradinho-BA, tendo como foco da investigação a Vila São Joaquim, no que tange a pluralidade cultural da localidade, valendo-se da aplicação de uma pesquisa de cunho qualitativo de caráter narrativo a partir de um roteiro estabelecido, onde os sujeitos participantes, num total de 10 pessoas entre populares e estudiosos, que agregam conhecimentos sobre o aspecto cultural do lugar, desde a sua origem até os dias atuais, pronunciaram-se sobre os aspectos culturais derivados das várias naturalidades que consistem a cidade. O estudo em questão teve como objetivo diagnosticar as múltiplas identidades culturais existentes no município, suas origens e particularidades; as várias naturalidades existentes na população; conhecer as culturas existentes no contexto da comunidade da Vila São Joaquim; compreender as características particulares da cultura local presentes na comunidade. Como suporte teórico, o estudo se referenciou em PILETTI (1999), CABICEIRA E SANTOS (2003), ANGROSINO (2009), HALL (1996). Os resultados apontam para a existência de uma diversidade cultural no Município de Sobradinho, na qual dialogam culturas que vieram das diversas origens dos povos que formaram o lugar e as manifestações mais atuais. Nesse sentido a identidade do Município, a partir do olhar sobre a Vila São Joaquim, é também diversa assim como sua cultura. 

Palavras-chave: Cultura. Identidade. Diversidade
 

Autor: Emanoel Ferreira - { manollo ferreira }      

Semiárido Piauiense: EDUCAÇÃO E CONTEXTO


RESAB: Livro sobre educação no Semiárido Piauiense



A Rede de Educação no Semiárido Brasileiro - Núcleo Piauí - está organizando, em parceria com o Instituto Nacional do Semiárido (INSA), o Livro "Semiárido Piauiense: Educação e Contexto", que reúne 10 artigos abordando sobre os aspectos socioambiental, cultural e educacional do Semiárido, destacando o contexto do Piauí. O livro está sendo produzido com o intuito de auxiliar os professores da rede pública de ensino, principalmente aqueles que estão participando do Curso de Especialização Educação Contextualizada no Semiárido, desenvolvido pela RESAB e a UESPI, no Território Serra da Capivara, tendo em vista que ainda são poucos os materiais didático-pedagógicos que os professores tem para desenvolverem suas atividades educativas. A publicação deverá ser lançado no mês de agosto/2010, durante o I Colóquio sobre Educação Contextualizada no Semiárido que será realizado pela RESAB no Piauí, durante o encerramento da primeira turma do Curso de Especialização na área da educação contextualizada. No evento, os alunos deverão apresentar os trabalhos de pesquisas produzidos durante o curso, que também serão selecionados para a publicação de outro livro.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Amor - De Cima Pra Baixo, De Baixo Pra Cima


Clarice Lispector (1925-1977)

Poema Invertido


Não te amo mais
Estarei mentindo dizendo que
Ainda te quero como sempre quis
Tenho certeza que
Nada foi em vão
Sinto dentro de mim que
Você não significa nada
Não poderia dizer mais que
Alimento um grande amor
Sinto cada vez mais que
Já te esqueci!
E jamais usarei a frase
Eu te amo!
Sinto, mas tenho que dizer a verdade
É tarde demais...

Poema e imagem: Google

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Educação Contextualizada Para Convivência Com O Semiárido Brasileiro





EDUCAÇÃO CONTEXTUALIZADA PARA A CONVIVÊNCIA COM O SEMIÁRIDO BRASILEIRO EM ÁREA URBANA E COM A INCLUSÃO DO SETOR EDUCACIONAL PRIVADO

Autor: Mauricio Vidal


 Numa conjuntura onde as discussões sobre mudança de hábitos para a convivência com o Semiárido brasileiro fervem, a educação assume papel fundamental para cumprimento dessa tarefa. E este trabalho, sob os fundamentos de MARX, 1998; GRAMSCI, 1985; MATOS, 2009 entre outros, pretende demonstrar com dados e argumentos que as áreas urbanas e o setor educacional privado, hoje à margem das produções tecnológicas, educacionais e literárias afins, precisam ser prioritariamente incluídos nos fóruns que discutem e deliberam sobre esse tema para que possa auxiliar qualitativamente na elaboração de políticas de contextualização da educação e de qualquer outra natureza e também liderar democraticamente, na condição patente de beneficiário mais carente, os índices de recebimento das ações de adequação aos preceitos e procedimentos semiaridamente ajustados.
Nos três capítulos que constituem o presente estudo, há respectivamente uma descrição da abordagem quantiqualitativa e da metodologia utilizada durante o processo de investigação e coleta de dados; algumas considerações conceituais sobre áreas urbanas e sobre o setor educacional privado a partir do esquadrinhamento da cidade de Juazeiro da Bahia e do Colégio Dr. Edson Ribeiro e ainda uma exposição de informações sobre a realidade comum desses dois campos que foram objetos de investigação.
Então, na perspectiva de construir uma sociedade capaz de atuar cotidianamente observando as particularidades do temperamento próprio da semiaridez, esse texto recomenda mudança radical de comportamento das instituições públicas e privadas que militam pela contextualização dessa região em si mesma no que diz respeito à eleição de suas prioridades sobre as áreas de atuação e o público alvo. Nessa recomendação o conteúdo professa com espírito pragmático em considerações finais, que a educação e outras iniciativas precisam de pernas mais longas e passos mais rápidos para agilizar os processos regionais de formação humana sob a compreensão clara de que isso só será possível se as áreas urbanas e o setor educacional privado forem alcançados e se os homens e mulheres das cidades forem colocados em anteposição na rota das políticas para convivência com o Semiárido brasileiro.

PALAVRAS CHAVE: Urbano, Educação, Semiárido

Fonte:http://nossocantonoplaneta.blogspot.com.br/2012/12/educacao-contextualizada-para.html

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Dia Da Consciência Negra


Ao Suplicio Da Cor




Ao visceral cheiro de carne escrava parida da cor
Que pende em pátria distante ao comando da dor
Brada veementemente intercalado suplício a laconizar.
Na língua a mudez, ao grito a surdez a se pronunciar
Aos foscos e catatônicos olhos, à verticalidade a agonizar
O banzo ao ser por se personalizar
Na indiferença ao cansaço por se perdurar
Interrogativos flagelos a murmurar
Mão ao vento por toar atroz a disciplinar
Rebentando em chaga d’alma carne em sangue a brotar
À fúria grotesca humana a postergar
Atende assim, a morte a alguns por se condoer
Rufam os tambores a suscitar!
Soam os grilhões a trotar!
Trilham os chicotes a tripudiar!
No limiar do desfavorecer, raça, cultura, crença, esperança a tonificar
Às senzalas, nos cativeiros, aos quilombos a propagar
Erguem-se princípios, valores a resistir por alforriar
Num ato de justiça a se considerar
Convalescendo o propósito
Luta a luta, as diferenças a abolir
Ao malfazejo do poder a se ruir
Horrenda presunção do pigmento da epiderme por subtração
À raça humana em degradação.
Em corpo e mente a segregação
Na suplantação ao negro despotismo da bipartição étnica a se figurar,
Áurea se fez por indistinta,
Todavia dissimulada, a esta “sociabilidade entre os iguais”.


Imagem: Google

manollo ferreira